VETNIL, VOCÊ E SEU CAVALO

Dicas dos profissionais veterinários do Laboratório Vetnil para que você e seu cavalo sejam ainda mais felizes em companhia um do outro!

16

de

April

PROTOCOLO VETNIL PARA CLAUDICAÇÕES DOS EQUÍDEOS

 

Caros amigos,

 

Aqui no blog, temos recebido com muita frequência solicitações referentes a diversos tipos de claudicações (ou seja, manqueiras) dos cavalos. Já que este é um assunto de interesse geral, gostaria de convidá-los a lerem o texto abaixo, que tem orientações genéricas sobre prevenção e tratamento de alguns dos tipos mais comuns de problemas do aparelho locomotor que podem afetar os equídeos de trabalho, esporte e lazer.

 

Quando falamos das claudicações (manqueiras) dos cavalos, é preciso considerar alguns aspectos anatômicos. O aparelho locomotor do cavalo é composto de ossos, unidos pelas articulações (“juntas”), que são constituídas por ligamentos, cápsulas articulares e líquido sinovial. Os tendões conectam ossos e músculos, e é a contração destes últimos que gera o movimento. Quando  um cavalo manca,  uma ou várias destas estruturas podem estar comprometidas. Para responder à pergunta “por que o meu cavalo está mancando?” devemos tentar chegar à origem física, e portanto à causa da dor que ele está sentindo.  

 

Podemos classificar as manqueira como agudas ou crônicas. As agudas são aquelas que surgem repentinamente e/ou existem há pouco tempo, às vezes relacionadas a um acidente recente. As crônicas são aquelas que existem há semanas, meses ou anos, em geral piorando aos poucos ou passando por fases de melhora relativa seguida de nova piora. Esta diferenciação é importar para escolher o tratamento mais indicado.

 

Existem condições do aparelho locomotor que não causam manqueira direta, mas são motivo de incômodo estético, além de poderem piorar a amplitude ou a força do movimento do cavalo. Um exemplo são as chamadas “ovas”, aumentos de volume da cápsula articular comuns em animais que trabalham intensamente.  

 

Em geral, as claudicações se originam em causas diversas, as quais aliadas entre si resultam nos sintomas apresentados pelo animal. Alguns fatores a considerar:

  • Idade do cavalo – animais jovens costumam mancar quando são forçados cedo demais. Cavalos adultos podem sofrer pela utilização intensa em esporte e trabalho; enquanto os animais idosos já têm o aparelho locomotor desgastado por uma vida de esforços.
  • Tipo físico e aprumos – os cavalos pesados, gordos ou muito musculosos, sobrecarregam a parte estrutural do aparelho locomotor, enquanto os magros demais compensam a falta de musculatura através de movimentos forçados, de alto impacto. Problemas de aprumos, tais como cascos mal angulados, jarretes fechados, joelhos curvos ou transcurvos, etc, agravam estas condições.
  • Tipo de trabalho e tipo de piso – quanto mais pesado e/ou rápido o exercício, maior o impacto sobre o aparelho locomotor. Trabalho prolongado leva à fadiga, com perda de eficiência da contração muscular, o que aumenta o risco de claudicação. Quanto mais duro o piso, maior o impacto, o que agrava problemas ósseos e articulares. Já o trabalho em piso fundo e macio, ou encharcado, tende a sobrecarregar os tendões.
  • Ferrageamento – todos os problemas descritos se agravam quando o cavalo é ferrado ou casqueado por um profissional pouco competente; esta é uma causa muito comum das manqueiras crônicas dos cavalos, que pode levar à sua inutilização.  O bom ferrageamento preserva o locomotor saudável, ou pode ser ortopédico, melhorando alterações existentes.
  • Manejo e utilização – confinamento e falta de rotina de treinamento são veneno para o aparelho locomotor dos cavalos, especialmente para os potros. O trabalho precisa ser constante, progressivo e regrado, de acordo com as possbilidades e características do cavalo, independente das ambições do cavaleiro. Grande parte das manqueiras é causada por trabalho esporádico (cavaleiros de fim-de-semana), sem respeitar o nível de condicionamento físico do cavalo. Outro problema comum é o excesso de trabalho de explosão e velocidade, em cavalos que não recebem os benefícios de um programa de condicionamento físico com muito trabalho “longo e lento” (passo, trote, flexionamentos, etc) que deveriam ser a base de todo cavalo funcional, os de trabalho e lazer tanto quanto os de esporte.
  • Fatores predisponentes diversos como manejo e genética são importantes causadores de claudicações, especialmente nos potros.
  • Manqueiras podem ser sintomas também de deficiências técnicas do cavaleiro (por exemplo, pessoa que ao montar “soca no rim do cavalo”, levando a alterações de movimentação que se refletem nos membros), ou ainda de equipamentos mal ajustados, tais como selas inadequadas causando dor, prejudicando a cadência dos andamentos.

 

A prevenção da claudicação dos equinos passa por todos os itens mencionados acima; ou seja, é preciso identificar a causa e eliminá-la, ou diminui-la ao máximo. Já o tratamento das claudicações pode ser dividido em dois aspectos:

 

  1. Sintomático – é o tratamento do primeiro momento, destinado a dar mais conforto ao animal, enquanto não se chega ao diagnóstico da causa da manqueira. Pode ser comparado a tomar analgésicos quando uma pessoa está com dor de dente – a causa da dor não é curada, mas a pessoa se sente melhor até a consulta com o dentista. No entanto, se o uso dos analgésicos continuar sem critério, o quadro vai piorar, podendo até resultar na perda do dente.
  2. Específico – é o tratamento da causa da manqueira, até a cura da mesma ou até a melhora máxima que pode ser obtida, dependendo da condição. Ele depende de um diagnóstico, que deve ser feito por um médico veterinário especializado em equinos. Muitas vezes é necessário o uso de recursos diagnósticos complementares, tais como radiografias.

 

O tratamento sintomático, focado no controle da dor, é bastante genérico, enquanto o para o tratamento específico existem tantos protocolos quanto há causas para manqueira. Vejam alguns exemplos de patologias diagnosticáveis:

a)      ossos – fraturas, fissuras, osteítes, sobreossos

b)      articulações – ovas, entorses, luxações, osteófitos, calcificações, artroses, artrites

c)      tendões e ligamentos – tendinites, tenossinovites, rupturas,hiperextensões

d)      cascos – infecções por bactérias ou fungos, traumas, laminite, brocas, abscessos

e)      músculos – miosites, rupturas, disfunções metabólicas

 

... entre muitos outros.  Cada um exige um tratamento diferente, e por isto o acompanhamento veterinário é tão importante. Os protocolos costumam aliar diversas abordagens terapêuticas, para maximizar as probabilidades de sucesso e a rapidez da recuperação, tais como:

 

  • analgésicos
  • anti-inflamatórios
  • medicamentos complementares, tais como condroprotetores e estimulantes da circulação
  • ferrageamento ortopédico
  • manejo – repouso total (em cocheira ou piquete) ou parcial (apenas trabalho a passo, por exemplo)
  • tratamentos no local da lesão (por exemplo, infiltrações peri ou intra-articulares)
  • produtos e terapias tópicos (massagem, ligas de descanso, aplicação de frio ou de calor)
  • terapias complementares, tais como fisioterapia, ultrassom ou laser terapêuticos
  • cirurgias em casos mais graves

 

Cabe ao médico veterinário definir o melhor curso de tratamento, avaliando e readequando o mesmo conforme a evolução do caso. Dependendo do caso, pode levar meses ou anos até o cavalo voltar à ativa – por exemplo, seis meses a um ano em uma tendinite, e um a dois anos em uma laminite leve. A paciência e a colaboração do proprietário são essenciais para o sucesso.

 

O tratamento sintomático ou analgésico quase sempre alia produtos tópicos a analgésicos ou anti-inflamatórios  de uso oral ou parenteral (injetável). O uso prolongado destes últimos pode causar efeitos colaterais graves, incluindo gastrites e cólicas, além de piorar o problema original, já que ao  sentir menos dor o animal estará fazendo mais força no membro afetado.

 

Práticas como massagens, aplicação de ligas de descanso com produtos topicos, uso de duchas frias, caneleiras de gelo, ou compressas quentes são recursos complementares valiosos. Em geral, lesões agudas (recentes) respondem melhor à aplicação de frio, enquanto problemas crônicos (antigos) podem se beneficiar do calor, aí incluindo produtos termogênicos (que provocam sensação de calor na pele).

 

Diversos produtos VETNIL são auxiliares importantes no tratamento das manqueiras de nossos cavalos. Confira abaixo:

 

  • Condroton Injetável e Condroton Plus – condroprotetor que fortalece as articulações e auxilia na recuperação de lesões do aparelho locomotor:
    • Condroton Injetável – 2 mL para cada 100Kg, até a dose máxima de 10mL, a cada 5 ou 7 dias, mínimo de 5 aplicações;

DEPOIS:

  •  
    • Condroton Plus – Dosagem inicial – 10g duas vezes ao dia; Dosagem de Manutenção – 10g uma vez ao dia.
  • DM-Gel: gel para massagem auxilia no tratamento de tendinites, lesões em ligamentos, sobreossos, ovas. Pode ser utilizado com ligas de descanso.
  • Gelo Pan: gel hidroalcoólico para massagem, indicado para alívio de distensões musculares e dores lombares
  • Ice-Flex: pasta antiflogística do tipo “barro medicinal”, de uso indicado após treinamento forte, e também para tendinites e outras lesões no estágio agudo.
  • E-Se Vetnil: composto vitaminico-mineral que ajuda a prevenir as dores musculares decorrentes do treinamento
  • Cal-D-Mix: suplemento oral de cálcio, importante para otimizar a recuperação de fraturas e fissuras. Em potros, promove formação de ossos mais densos, importante para reduzir a incidência de futuras lesões de treinamento.

 

Estes são apenas alguns dos produtos da linhas Vetnil e JCR que  podem ajudá-lo a cuidar bem de seu cavalo, auxiliando na prevenção e recuperação das lesões e traumas de esforço. Converse com o seu médico veterinário para juntos definirem a melhor conduta um cavalo muito especial – o seu!  

 Também os cavalos de esporte merecem "vida de cavalo", soltura no pasto na companhia de outros

animais. O stress do desempenho, tanto físico quanto mental, diminui, e micro-lesões de treinamento

se curam mais rapidamente.

 

EXEMPLO DE TRATAMENTO PARA UMA CLAUDICAÇÃO AGUDA:

  • Histórico: No dia anterior, o cavalo estava galopando pelo campo em trabalho de laço e pisou num buraco. Sentiu dor na hora, e amanheceu pior no dia de hoje. Apóia os quatro membros, porém manca ao passo.
  • Possível diagnóstico: torção do boleto com hiperextensão do ligamento suspensor do boleto.
  • Sugestão de protocolo de tratamento, duração máxima de cinco dias:
    • Comunicar-se com o veterinário responsável
    • Iniciar terapia com gelo no membro afetado, 15 minutos por vez, 3 a 4 vezes por dia, durante cinco dias (por exemplo: cortar uma câmera de pneu de caminhão fazendo um “tubo” que possa ser vestido na perna do cavalo. Amarrar embaixo, encher com cubos de gelo, e amarrar em cima. Deixar agir durante 15 minutos, com o cavalo imóvel.)
    • À noite, aplicar camada grossa de Ice-Flex na região afetada. Remover com jato de água na manhã seguinte, durante cinco dias.
    • Manter o animal em repouso, em cocheira ou sozinho em piquete pequeno
    • Utilizar analgésico por um período máximo de cinco dias, por exemplo, Algivet Vetnil ou outro conforme indicação do médico veterinário.
    • Se não houver melhora significativa ao fim deste período, ou se o animal piorar durante estes cinco dias, é sinal de que se trata de um problema mais grave, e que o veterinário precisa fazer um diagnóstico exato, para estabelecer o tratamento adequado.

 

EXEMPLO DE TRATAMENTO PARA UMA CLAUDICAÇÃO CRÔNICA:

·        Histórico: Cavalo de salto de 12 anos que às vezes apresenta manqueira ligeira, que tende a melhorar ou desaparecer depois do animal estar aquecido. Os sintomas tem se agravado de algumas semanas para cá.

·        Possível diagnóstico: síndrome do navicular (artrose e osteíte do osso navicular e/ou da terceira falange)

·        Confirmação de diagnóstico: atendimento veterinário, com testes de flexão, bloqueio anestésico, e/ou radiografias do membro afetado.

·        Possível tratamento:

  •  
    • Condroprotetores (Condroton Injetável + Condroton Plus)
    • Ferrageamento ortopédico
    • Anti-inflamatórios e analgésicos a critério do médico veterinário
    • Infiltrações articulares, a critério do médico veterinário
    • Indicação cirúrgica, dependendo da evolução.

·        Prognóstico

  •  
    • utilização atlética: favorável a reservado a curto e médio prazo, dependendo do grau de evolução do problema quando do início do tratamento. Reservado a desfavorável a médio e longo prazo, especialmente para trabalho intenso.
    • passeios e reprodução: favorável.

 

 

./././././././././././

Quanto maior o esforço ao qual os cavalos são submetidos

maior a importância de cuidados constantes com o aparelho

locomotor.

Filed under: Sem categoria I

22 Comments »

  1. Comment by Ariani — 16/04/2010 (22:55:45)

    Adorei este artigo, esclareceu muits dúvidas, muito obrigada!
  2. Comment by jozinaldo soriano silveira — 7/12/2010 (19:29:12)

    gostaria de saber se existe ferrageamento para o tratamento de ova,sou ferrador de equino com curso regimento de cavalaria 9de julho sp; moro em manaus-am cuido dos cascos dos equinos da policia montada desta cidade.obrigado
  3. Comment by Suplementos para Equinos — 31/08/2011 (11:41:59)

    gracas a vocês eu não tenho mais dúvidas... obrigado pela ajuda!!!
  4. Comment by jose carlos barros amado — 17/09/2011 (22:06:41)

    gostaria de saber onde existe curso sobre aplicação e infiltração em tendões de equineos. jc
  5. Comment by Marcoa — 20/09/2011 (14:59:14)

    olá, tenho um potro paint horse. Ele teve uma lesao interna na perna, quebrou o fêmur, a única solução que me deram é sacrificar-lo. Gostaria de saber, se tem algum tratamento, ou se tem chance de curar com o tempo mesmo que não sirva mais para trabalho. Obrigado!
  6. Comment by Debora Carvalho — 24/09/2011 (15:38:38)

    Olá tenho um paint horse e a +/- 10 dias atras ele começou a mancar minha veterinaria estava viajando e por opiniao de um amigo entrei com o tratamento de laminite,mais meu cavalo nao tem nenhum sintoma especifico,ele estava sem ferradurar nas patas dianteiras sera que pode ser um caso de ferraçao???poruqe ele ja nao manca mais...
  7. Comment by erico braga — 27/03/2012 (00:59:14)

    meu cavalo tem o boleto traseiro enchado, mas o problema é escrava que vive saindo na região entre o casco e o pêlo, como devo proceder, qual o tratamento para resolver este problema, ja usei o rodissulfa e to usando agora o borgal, vcs podem me ajudar, de ja agradeço.
  8. Comment by wellington vieira de carvalho — 27/03/2012 (21:20:18)

    gostaria de saber como chama os dentes de tras de um cavalo, e com quanto tempo começa nascer.
  9. Comment by fabricio — 29/03/2012 (12:24:21)

    meu cavalo esta com ova,logo apos que faço alguns passeio com ele amanhece deitado com dor na pata dianteira direita o que eu posso fazer para amenizar isto no cavalo
  10. Comment by Jose Francisco A XAvier — 9/04/2012 (18:30:31)

    O meu problema não é nada disso q li. O meu potrinho está c/ 4 meses e vem já há alguns dias andando devagar. Agora,. ele custa tirar os posteriores do chão e quando o faz, faz dando trancos e com a garupa meio bamba.... e aí??? que medicamenmto devo dá-lo????. Antecipo meus agradecimentos.
  11. Comment by Maximiliano F Macedo — 7/06/2012 (08:12:58)

    Meu garanhão idade 17 apresenta calcificações nas juntas das patas dianteiras hà algo que possa ser feito ,que possa amenizar a dor .
  12. Comment by Maximiliano F Macedo — 7/06/2012 (08:20:36)

    Meu garanhão idade 17 apresenta calcificações nas juntas das patas dianteiras que pode ser feito , e seus cascos precisam de ferraduras ortopédicas , onde encontro. Desde já meus agradecimentos.
  13. Comment by Jonathan — 30/07/2012 (10:46:01)

    Tenho uma egua M,m e ela esta prenhê e uma de suas pata esta bem inchada so de andar puchando ela ela manca de mas me diserao que o poblema dela foi ficar ne um pasto umedo queria sabe se isso interfere na gestasao dela ( e se o poblema da ova te cuara ) obj
  14. Comment by fernando — 31/07/2012 (09:16:51)

    BOM DIA TENHO UMA EGUA DE 8 ANOS, MANGA LARGA, EU FIZ UMA VIAGEM COM ELA DE DEZ DIAS, E AGORA ELA ESTA COM O BOLETO DAS DUAS PATAS DIANTEIRAS INCHADAS, SE EU FOR FAZER ALGUM PASSEIO COM ELA FICA PIOR E COM DORES, O QUE POSSO FAZER NESSE CASO?
  15. Comment by Arthur Santos — 14/08/2012 (22:57:24)

    Olá tenho uma egua de tres anos e meio ela é american trotter ele tem uma bolinha do lado exterior do casco com aparencia de ovas no incio de doma ela sentiu um pouco depois com os trabalho sem muita frequencia ela ñ mancou apos alguns dias começou a mancar e apoiar a perna se apalparmos ela sente dor.Existe algum tratamento ou pode ser cronico sem cura ? Sendo ovas ou uma lesão antiga poderia iniciar um tratamento especifico desde já fico grato se obter uma resposta...
  16. Comment by Ana Flavia — 4/12/2012 (19:17:08)

    Vou fazer uma pergunta:Meu cavalo estava pastando amarrado numa corda,ele embaraçou na corda e teve uma queimadura bem leve na região da quartela do pé direito, só que não sangrou nem nada,foi apenas uma queimadura. So que agora ele esta mancando desta pata.Eu gostaria de saber se tem algum antibiótico que eu possa aplicar,para a manqueira pois pra queimadura estou passando UNGUENTO(pomada).Aguardo resposta.
  17. Comment by Pedro Aragão — 18/12/2012 (11:14:22)

    Soltei o cavalo no cercado para escamussar e pastar, ele folgoso demais, passou as patas dianteira no arame farpado, terminou se acidentando e abrindo em cima do casco, e não sei o que fazer.. ate agora so apliquei um anti enflamatorio. ele está mancando da mão esqueda e o casco não sei o que fazer, espero que me ajudem pois não tenho condiçoes financeiras pagar um veterinario, pois aqui em minha cidade so pra olhar o animal ele cobrou 400,00 achei um absurdo. é certo que tem que valorizar a profissão!!
  18. Comment by benini — 17/03/2013 (21:17:46)

    meu cavalo,tem um buraquinho em baixo da pata,e ele começou a mancar,q pode ser? e sai agua do olhos o dia todo.me diga um tratamento.obrigado
  19. Comment by VERIDIANE — 11/04/2013 (15:12:47)

    MINHA ÉGUA ESTA CAMINHANDO TUDO DURA PARECE ESTAR TRAVANDO´JA APLIQUEI 2INJEÇOES DE CONDUTRON E AGORA ESTOU FAZENDO DUCHAS COM AGUA MAS NÃO ESTA RESOLVENDO ,QUAL ANTIBIÓTICO É O MAIS ACONSELHAVEL? ELA É BEM GORDA SERA QUE É POR CAUSA DO PESO QUE ESTA ASSIM? OBRIGADO!
  20. Comment by lauro — 25/04/2013 (16:34:41)

    meu cavalo é de lida com gado e ele tem 13 anos, tem dia que ele manca tem dia que não,pata dianteira direita, não tem ferimento nem inchações,que tipo de tratamentos posso fazer?
  21. Comment by ewerton — 2/07/2013 (13:58:23)

    acabei de comprar um cavalo de vaquejada,só q ele começou a mancar,sem se quer eu montar; lá aonde ele vivia as banhas eram muito molhadas,pode ser escrava? já que ele não tem nenhum inchaço e não sofreu pancada. e qual tratamento posso fazer?. desde já agradeço pela atenção.
  22. Comment by Aurivan de Assis Cunha — 6/09/2013 (23:31:17)

    Tenho um cavalo que uso para laço comprido. Começou mancar da mão direita e, após ser examinado por alguns e feito vários Raio-X, um disse-me que havia uma pequena calcificação no osso Navicular e que só uma cirurgia nos nervos da sencibilidade para resolver. Já outro através de Raio-X disse-me que havia uma fissura na cartilagem de Alar e que soltando a campo por uns quatro meses voltaria a calcificar. Ficou a campo por nove meses e voltou como estava, nenhuma melhora. Para ambos os casos o que os senhores me aconselham? Infiltrações resolvem? que produto usar? Grato pela atenção.

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