VETNIL, VOCÊ E SEU CAVALO

Dicas dos profissionais veterinários do Laboratório Vetnil para que você e seu cavalo sejam ainda mais felizes em companhia um do outro!

16

de

abril

PROTOCOLO VETNIL PARA CLAUDICAÇÕES DOS EQUÍDEOS

 

Caros amigos,

 

Aqui no blog, temos recebido com muita frequência solicitações referentes a diversos tipos de claudicações (ou seja, manqueiras) dos cavalos. Já que este é um assunto de interesse geral, gostaria de convidá-los a lerem o texto abaixo, que tem orientações genéricas sobre prevenção e tratamento de alguns dos tipos mais comuns de problemas do aparelho locomotor que podem afetar os equídeos de trabalho, esporte e lazer.

 

Quando falamos das claudicações (manqueiras) dos cavalos, é preciso considerar alguns aspectos anatômicos. O aparelho locomotor do cavalo é composto de ossos, unidos pelas articulações (“juntas”), que são constituídas por ligamentos, cápsulas articulares e líquido sinovial. Os tendões conectam ossos e músculos, e é a contração destes últimos que gera o movimento. Quando  um cavalo manca,  uma ou várias destas estruturas podem estar comprometidas. Para responder à pergunta “por que o meu cavalo está mancando?” devemos tentar chegar à origem física, e portanto à causa da dor que ele está sentindo.  

 

Podemos classificar as manqueira como agudas ou crônicas. As agudas são aquelas que surgem repentinamente e/ou existem há pouco tempo, às vezes relacionadas a um acidente recente. As crônicas são aquelas que existem há semanas, meses ou anos, em geral piorando aos poucos ou passando por fases de melhora relativa seguida de nova piora. Esta diferenciação é importar para escolher o tratamento mais indicado.

 

Existem condições do aparelho locomotor que não causam manqueira direta, mas são motivo de incômodo estético, além de poderem piorar a amplitude ou a força do movimento do cavalo. Um exemplo são as chamadas “ovas”, aumentos de volume da cápsula articular comuns em animais que trabalham intensamente.  

 

Em geral, as claudicações se originam em causas diversas, as quais aliadas entre si resultam nos sintomas apresentados pelo animal. Alguns fatores a considerar:

  • Idade do cavalo – animais jovens costumam mancar quando são forçados cedo demais. Cavalos adultos podem sofrer pela utilização intensa em esporte e trabalho; enquanto os animais idosos já têm o aparelho locomotor desgastado por uma vida de esforços.
  • Tipo físico e aprumos – os cavalos pesados, gordos ou muito musculosos, sobrecarregam a parte estrutural do aparelho locomotor, enquanto os magros demais compensam a falta de musculatura através de movimentos forçados, de alto impacto. Problemas de aprumos, tais como cascos mal angulados, jarretes fechados, joelhos curvos ou transcurvos, etc, agravam estas condições.
  • Tipo de trabalho e tipo de piso – quanto mais pesado e/ou rápido o exercício, maior o impacto sobre o aparelho locomotor. Trabalho prolongado leva à fadiga, com perda de eficiência da contração muscular, o que aumenta o risco de claudicação. Quanto mais duro o piso, maior o impacto, o que agrava problemas ósseos e articulares. Já o trabalho em piso fundo e macio, ou encharcado, tende a sobrecarregar os tendões.
  • Ferrageamento – todos os problemas descritos se agravam quando o cavalo é ferrado ou casqueado por um profissional pouco competente; esta é uma causa muito comum das manqueiras crônicas dos cavalos, que pode levar à sua inutilização.  O bom ferrageamento preserva o locomotor saudável, ou pode ser ortopédico, melhorando alterações existentes.
  • Manejo e utilização – confinamento e falta de rotina de treinamento são veneno para o aparelho locomotor dos cavalos, especialmente para os potros. O trabalho precisa ser constante, progressivo e regrado, de acordo com as possbilidades e características do cavalo, independente das ambições do cavaleiro. Grande parte das manqueiras é causada por trabalho esporádico (cavaleiros de fim-de-semana), sem respeitar o nível de condicionamento físico do cavalo. Outro problema comum é o excesso de trabalho de explosão e velocidade, em cavalos que não recebem os benefícios de um programa de condicionamento físico com muito trabalho “longo e lento” (passo, trote, flexionamentos, etc) que deveriam ser a base de todo cavalo funcional, os de trabalho e lazer tanto quanto os de esporte.
  • Fatores predisponentes diversos como manejo e genética são importantes causadores de claudicações, especialmente nos potros.
  • Manqueiras podem ser sintomas também de deficiências técnicas do cavaleiro (por exemplo, pessoa que ao montar “soca no rim do cavalo”, levando a alterações de movimentação que se refletem nos membros), ou ainda de equipamentos mal ajustados, tais como selas inadequadas causando dor, prejudicando a cadência dos andamentos.

 

A prevenção da claudicação dos equinos passa por todos os itens mencionados acima; ou seja, é preciso identificar a causa e eliminá-la, ou diminui-la ao máximo. Já o tratamento das claudicações pode ser dividido em dois aspectos:

 

  1. Sintomático – é o tratamento do primeiro momento, destinado a dar mais conforto ao animal, enquanto não se chega ao diagnóstico da causa da manqueira. Pode ser comparado a tomar analgésicos quando uma pessoa está com dor de dente – a causa da dor não é curada, mas a pessoa se sente melhor até a consulta com o dentista. No entanto, se o uso dos analgésicos continuar sem critério, o quadro vai piorar, podendo até resultar na perda do dente.
  2. Específico – é o tratamento da causa da manqueira, até a cura da mesma ou até a melhora máxima que pode ser obtida, dependendo da condição. Ele depende de um diagnóstico, que deve ser feito por um médico veterinário especializado em equinos. Muitas vezes é necessário o uso de recursos diagnósticos complementares, tais como radiografias.

 

O tratamento sintomático, focado no controle da dor, é bastante genérico, enquanto o para o tratamento específico existem tantos protocolos quanto há causas para manqueira. Vejam alguns exemplos de patologias diagnosticáveis:

a)      ossos – fraturas, fissuras, osteítes, sobreossos

b)      articulações – ovas, entorses, luxações, osteófitos, calcificações, artroses, artrites

c)      tendões e ligamentos – tendinites, tenossinovites, rupturas,hiperextensões

d)      cascos – infecções por bactérias ou fungos, traumas, laminite, brocas, abscessos

e)      músculos – miosites, rupturas, disfunções metabólicas

 

… entre muitos outros.  Cada um exige um tratamento diferente, e por isto o acompanhamento veterinário é tão importante. Os protocolos costumam aliar diversas abordagens terapêuticas, para maximizar as probabilidades de sucesso e a rapidez da recuperação, tais como:

 

  • analgésicos
  • anti-inflamatórios
  • medicamentos complementares, tais como condroprotetores e estimulantes da circulação
  • ferrageamento ortopédico
  • manejo – repouso total (em cocheira ou piquete) ou parcial (apenas trabalho a passo, por exemplo)
  • tratamentos no local da lesão (por exemplo, infiltrações peri ou intra-articulares)
  • produtos e terapias tópicos (massagem, ligas de descanso, aplicação de frio ou de calor)
  • terapias complementares, tais como fisioterapia, ultrassom ou laser terapêuticos
  • cirurgias em casos mais graves

 

Cabe ao médico veterinário definir o melhor curso de tratamento, avaliando e readequando o mesmo conforme a evolução do caso. Dependendo do caso, pode levar meses ou anos até o cavalo voltar à ativa – por exemplo, seis meses a um ano em uma tendinite, e um a dois anos em uma laminite leve. A paciência e a colaboração do proprietário são essenciais para o sucesso.

 

O tratamento sintomático ou analgésico quase sempre alia produtos tópicos a analgésicos ou anti-inflamatórios  de uso oral ou parenteral (injetável). O uso prolongado destes últimos pode causar efeitos colaterais graves, incluindo gastrites e cólicas, além de piorar o problema original, já que ao  sentir menos dor o animal estará fazendo mais força no membro afetado.

 

Práticas como massagens, aplicação de ligas de descanso com produtos topicos, uso de duchas frias, caneleiras de gelo, ou compressas quentes são recursos complementares valiosos. Em geral, lesões agudas (recentes) respondem melhor à aplicação de frio, enquanto problemas crônicos (antigos) podem se beneficiar do calor, aí incluindo produtos termogênicos (que provocam sensação de calor na pele).

 

Diversos produtos VETNIL são auxiliares importantes no tratamento das manqueiras de nossos cavalos. Confira abaixo:

 

  • Condroton Injetável e Condroton Plus – condroprotetor que fortalece as articulações e auxilia na recuperação de lesões do aparelho locomotor:
    • Condroton Injetável – 2 mL para cada 100Kg, até a dose máxima de 10mL, a cada 5 ou 7 dias, mínimo de 5 aplicações;

DEPOIS:

  •  
    • Condroton Plus – Dosagem inicial – 10g duas vezes ao dia; Dosagem de Manutenção – 10g uma vez ao dia.
  • DM-Gel: gel para massagem auxilia no tratamento de tendinites, lesões em ligamentos, sobreossos, ovas. Pode ser utilizado com ligas de descanso.
  • Gelo Pan: gel hidroalcoólico para massagem, indicado para alívio de distensões musculares e dores lombares
  • Ice-Flex: pasta antiflogística do tipo “barro medicinal”, de uso indicado após treinamento forte, e também para tendinites e outras lesões no estágio agudo.
  • E-Se Vetnil: composto vitaminico-mineral que ajuda a prevenir as dores musculares decorrentes do treinamento
  • Cal-D-Mix: suplemento oral de cálcio, importante para otimizar a recuperação de fraturas e fissuras. Em potros, promove formação de ossos mais densos, importante para reduzir a incidência de futuras lesões de treinamento.

 

Estes são apenas alguns dos produtos da linhas Vetnil e JCR que  podem ajudá-lo a cuidar bem de seu cavalo, auxiliando na prevenção e recuperação das lesões e traumas de esforço. Converse com o seu médico veterinário para juntos definirem a melhor conduta um cavalo muito especial – o seu!  

 Também os cavalos de esporte merecem “vida de cavalo”, soltura no pasto na companhia de outros

animais. O stress do desempenho, tanto físico quanto mental, diminui, e micro-lesões de treinamento

se curam mais rapidamente.

 

EXEMPLO DE TRATAMENTO PARA UMA CLAUDICAÇÃO AGUDA:

  • Histórico: No dia anterior, o cavalo estava galopando pelo campo em trabalho de laço e pisou num buraco. Sentiu dor na hora, e amanheceu pior no dia de hoje. Apóia os quatro membros, porém manca ao passo.
  • Possível diagnóstico: torção do boleto com hiperextensão do ligamento suspensor do boleto.
  • Sugestão de protocolo de tratamento, duração máxima de cinco dias:
    • Comunicar-se com o veterinário responsável
    • Iniciar terapia com gelo no membro afetado, 15 minutos por vez, 3 a 4 vezes por dia, durante cinco dias (por exemplo: cortar uma câmera de pneu de caminhão fazendo um “tubo” que possa ser vestido na perna do cavalo. Amarrar embaixo, encher com cubos de gelo, e amarrar em cima. Deixar agir durante 15 minutos, com o cavalo imóvel.)
    • À noite, aplicar camada grossa de Ice-Flex na região afetada. Remover com jato de água na manhã seguinte, durante cinco dias.
    • Manter o animal em repouso, em cocheira ou sozinho em piquete pequeno
    • Utilizar analgésico por um período máximo de cinco dias, por exemplo, Algivet Vetnil ou outro conforme indicação do médico veterinário.
    • Se não houver melhora significativa ao fim deste período, ou se o animal piorar durante estes cinco dias, é sinal de que se trata de um problema mais grave, e que o veterinário precisa fazer um diagnóstico exato, para estabelecer o tratamento adequado.

 

EXEMPLO DE TRATAMENTO PARA UMA CLAUDICAÇÃO CRÔNICA:

·        Histórico: Cavalo de salto de 12 anos que às vezes apresenta manqueira ligeira, que tende a melhorar ou desaparecer depois do animal estar aquecido. Os sintomas tem se agravado de algumas semanas para cá.

·        Possível diagnóstico: síndrome do navicular (artrose e osteíte do osso navicular e/ou da terceira falange)

·        Confirmação de diagnóstico: atendimento veterinário, com testes de flexão, bloqueio anestésico, e/ou radiografias do membro afetado.

·        Possível tratamento:

  •  
    • Condroprotetores (Condroton Injetável + Condroton Plus)
    • Ferrageamento ortopédico
    • Anti-inflamatórios e analgésicos a critério do médico veterinário
    • Infiltrações articulares, a critério do médico veterinário
    • Indicação cirúrgica, dependendo da evolução.

·        Prognóstico

  •  
    • utilização atlética: favorável a reservado a curto e médio prazo, dependendo do grau de evolução do problema quando do início do tratamento. Reservado a desfavorável a médio e longo prazo, especialmente para trabalho intenso.
    • passeios e reprodução: favorável.

 

 

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Quanto maior o esforço ao qual os cavalos são submetidos

maior a importância de cuidados constantes com o aparelho

locomotor.

14

de

agosto

HEMOLITAN JCR - Seu cavalo atleta “turbinado”!!

 

O Hemolitan JCR é uma versão “turbinada” do Hemolitan da VETNIL, um dos mais tradicionais e renomados produtos da marca. Ambos são suplementos que combinam vitaminas e oligoelementos, envolvidos direta ou indiretamente na formação das células sanguíneas. O diferencial do Hemolitan JCR é seu conteúdo mais elevado de Vitamina B12, Ácido Fólico e Ferro, elementos que auxiliam no metabolismo das hemácias.

 

O Hemolitan JCR é um valioso complemento para animais em condições nutricionais inadequadas. Mesmo em animais saudáveis, a suplementação com Hemolitan JCR, nas quantidades indicadas para cada categoria animal, é importante, seja para o crescimento ou até para uma melhor resposta ao treinamento intensivo. Algumas indicações típicas são: animais sujeitos a stress repetido por viagem para exposições e campeonatos; animais em regime intenso de treinamento, ou que trabalhem diversas horas por dia; garanhões em plena temporada de monta. Também no período crítico de crescimento dos potros, que começa no último trimestre da prenhez da égua-mãe e vai até os 18 meses de idade, com especial atenção devendo ser dada à fase do desmame. O uso de Hemolitan JCR otimiza o crescimento e maximiza o desenvolvimento do potencial atlético pleno dos jovens futuros campeões.

 

O condicionamento físico cotidiano é importante para maximizar a ação do HEMOLITAN JCR, bem como de todo suplemento nutricional.

 

Na maioria dos casos, a dose indicada de Hemolitan JCR é de 20 ml diários para animais adultos e 10 ml ao dia para potros de até 18 meses de idade. Converse com seu médico veterinário a respeito de outras técnicas de utilização, ou da possibilidade de associação deste com outros produtos da Linha JCR e/ou VETNIL para efeito máximo no tratamento de seus cavalos atletas.

 

Caso tenha dúvidas a respeito da utilização deste ou de outros produtos VETNIL, entre em contato com a nossa equipe através do e-mail vetnil@vetnil.com.br . E aproveite para visitar o site www.linhajcr.com.br .  

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9

de

agosto

INFLUENZA EQUINA – A Gripe dos Cavalos

Tal como em outras espécies animais, e também no homem, a gripe dos cavalos é uma doença infecciosa causada pelos influenza-vírus, um grupo viral que se caracteriza por rápidas e constantes mutações. Por isso, vacinas contra esta virose são apenas parciamente eficientes, já que o vírus se modifica periodicamente. Felizmente, a maioria dos casos de influenza equina tendem a ser benignos, representando risco de vida apenas para animais debilitados, muitos jovens ou geriátricos. O maior problema causado por esta doença é de ordem econômica, já que ela acontece em surtos, que causam interrupção das temporadas desportivas, além de restrições ao trânsito de animais. Um bom regime preventivo alia aspectos de manejo – tais como nutrição e sanidade das instalações – a um bom protocolo de vacinação, sempre sob a orientação de um médico veterinário especializado em equinos.

 

 Visite também o site www.linhajcr.com.br

 

          Sintomas e diagnóstico diferencial

Os sintomas da gripe dos cavalos são respiratórios, com tosse, dispnéia (dificuldade respiratória) e presença de secreção nasal esbranquiçada, além de febre, o que deixa os animais abatidos e sem apetite. Se não for reconhecida e tratada a tempo, a influenza pode dar oportunidade para a instalação de infecções secundárias, a mais grave das quais é a pneumonia; casos fatais de influenza geralmente se dão por alguma associação de patologias respiratórias. È muito comum que a influenza seja confundida com o garrotilho, outra doença respiratória comum em cavalos jovens, porém esta causada pela bactéria Streptococcus equi, e como tal sensível à antibioticoterapia. A influenza, como toda virose, não responde ao uso de antibióticos, embora os mesmos às vezes sejam prescritos pelo clínico veterinário em casos de gripe, para combater ou prevenir as infecções secundárias. Uma diferenciação importante entre influenza e garrotilho é que neste último a secreção nasal costuma ser de pus amarelo, e que nele muitas vezes há o característico abscesso dos linfonodos da faringe.

 

 

Expor nossos cavalos a uma variedade de situações e ambientes faz parte de um treinamento correto, mas também pode deixá-los mais suscetíveis a diversas patologias.

 

 

 

         Prevenção 

         A vacinação contra a influenza deve ser anual para todos os cavalos, com reforço em época de surtos, especialmente nas populações de risco, que são éguas matrizes e potros até a idade de quatro anos – em outras palavras, a vacinação é muito importante em haras e jóquei clubes. No entanto, toda vacina apenas estimula o organismo a produzir suas próprias defesas contra a doença; por isso, apenas cavalos saudáveis, bem alimentados e com o sistema imunológico plenamente capacitado têm condições de responderem à vacinação. Pela mesma razão, é inútil vacinar animais que já apresentam sintomas da doença. Também é preciso lembrar que o prazo para que a vacina comece a oferecer proteção é de 14 a 21 dias após a aplicação; por isso, em toda situação (competição, viagem, etc) onde as autoridades sanitárias exijam o atestado de vacinação contra a influenza, tem que haver planejamento para que a mesma seja aplicada com a devida antecedência.

 

Tratamento

Após a confirmação do diagnóstico de influenza, o médico veterinário prescreverá um tratamento individualizado para cada animal afetado. Em geral, recomenda-se:

a)    Isolamento – todo animal afetado, ou com suspeita de influenza, deve ser mantido isolado dos sadios, para diminuir ao máximo a propagação da doença. Quando ocorre epidemia de influenza em haras ou hípicas, pode ser necessário estabelecer uma área de quarentena.

b)    Repouso – todo cavalo acometido por influenza, mesmo que os sintomas sejam leves, deverá ter a atividade de treinamentos suspensa até a plena recuperação, durante um período mínimo de 14 dias, para evitar sequelas permanentes nos pulmões. O ideal é soltura diária em piquete pequeno individual, por algumas horas, e estabulagem em cocheira limpa e arejada. Permanência constante em estábulos úmidos, abafados e pouco higiênicos irá piorar o quadro.

c)     Alimentação – o concentrado deve ser reduzido à metade da quantidade habitual para reduzir o risco de cólica. Todo alimento deve ser apetitoso e de fácil ingestão e digestibilidade, considerando que muitos animais apresentam irritação de garganta que, em conjunto com a febre, diminui o apetite. Volumoso fresco e tenro (capineira) é o ideal; pode ser necessário amolecer o feno deixando-o de molho em água por aproximadamente duas horas. Em alguns casos, também pode ser necessário molhar o concentrado. Neste caso, é preciso se precaver para que os alimentos não fermentem, o que leva a cólicas.

 

d)    Medicação: é sintomática de acordo com as necessidades do animal, podendo incluir, por exemplo:

1.     Antitérmicos (ex. Algivet) – controle da febre

2.     Soroterapia com complexo multivitamínico e antitóxico – reidratação e reforço do metabolismo, ajudando a combater os sintomas da doença. (Ex.: Andro Soro; ou Hipervit 20.000 mcg e Ornitil diluídos em solução fisiológica.)

3.     Broncodilatores e mucolíticos – para aliviar os sintomas respiratórios e otimizar a eliminação da secreção pulmonar, diminuindo o risco de sequelas e acelerando a cura. Um produto indicado para tanto é o Pulmo Plus Gel.

 

 

 

Na fase de recuperação é interessante adotar um esquema de trabalho leve (muito passo e trote), alimentação balanceada e também o uso de um protocolo de suplementação nutricional, assim acelerando a plena recuperação dos animais, fazendo com que eles ganhem peso, melhorem os valores sanguíneos e os indicadores gerais de saúde, possibilitando que retornem à funcionalidade plena com a menor perda de tempo possível.

 

A equipe VETNIL de profissionais dedicados à saúde equina está à sua disposição para esclarecer suas dúvidas sobre influenza e outras doenças dos cavalos e também para ajudá-lo a desenvolver o melhor protocolo de tratamento para as necessidades de seu plantel. Se desejar, escreva para vetnil@vetnil.com.br .

 

O Algivet Univet é um excelente produto para controlar a febre, que  costuma ser um dos sintomas da Influenza Equina.

4

de

junho

Aparelho locomotor: os alicerces do seu cavalo!

Todas as utilidades que atribuímos a nossos cavalos, todos os prazeres que deles derivamos, estão relacionados ao movimento. Seja trabalho, esporte ou lazer, passeios de charrete ou competições a galope, até mesmo admirar a beleza dos animais que correm livres – tudo depende da habilidade e da vontade dos nossos cavalos em se movimentarem.

O bem-estar do cavalo depende da saúde de seu aparelho locomotor 

Esta capacidade é potencializada por programas de treinamento e condicionamento, por um regime de manejo adequado e por um bom esquema nutricional. Mas o efeito de tudo isso será anulado por problemas de locomotor – manqueiras das mais diversas origens, denominadas de claudicações pelos clínicos veterinários. O seu efeito mais imediato e perceptível é a dor que os cavalos passam a sentir seja durante determinados movimentos. E para qualquer atleta é impossível ter desempenho adequado enquanto estiver sentindo dor! Os eqüinos são muito discretos, mesmo sutis, nas manifestações de dor. Não “gritam” ou uivam de dor, como fazem os cães por exemplo, mas foram selecionados ao longo de milênios para não chamar a atenção enquanto feridos ou enfraquecidos – do contrário, se tornariam refeição fácil para os predadores de plantão.

É nossa obrigação considerar a possibilidade de “dor física” pura e simples sempre que nosso cavalo apresentar um comportamento indesejado ou atípico, tal como empacar, empinar, corcovear, sacudir a cabeça, etc. Além dos membros, a área dorso-lombar e também os dentes são fontes freqüentes de dores. Em cavalos de salto, por exemplo, o início súbito do vício de refugar obstáculos pode estar relacionado a uma claudicação em estágio inicial, que logo mais se manifestará em alterações perceptíveis dos andamentos.

A cada passo, grande impacto é sofrido por articulações, ossos e tendões das pernas dos cavalos.

Ainda que muitas pessoas atribuam grande importância ao condicionamento físico e ao desenvolvimento muscular de seus cavalos atletas, são ossos, articulações, ligamentos e tendões que precisam ser merecedores dos maiores cuidados. O desgaste do aparelho locomotor de todo atleta começa pelo sistema osteo-articular. Recordemos das lesões que têm comprometido as carreiras de jovens atletas brasileiros – Guga, Daiane dos Santos, Ronaldo Fenômeno: todos em excelente forma física nos quesitos musculatura e fôlego, mas prejudicados por lesões ósseas e articulares.

Portanto, também os tecidos duros do aparelho locomotor dos nossos cavalos devem ser merecedores de todos os cuidados. Confira abaixo mais algumas dicas para garantir uma vida útil longa e bem-sucedida aos seus atletas eqüinos.

A produção de um campeão depende da atenção a muitos detalhes, e de cuidados permanentes com cascos, articulações, tendões, ossos…

 

FICHA DOS FATOS

1.     A construção de um esqueleto forte começa na vida intra-uterina.  O bom manejo nutricional das éguas reprodutoras deve continuar ao longo da lactação. Quanto melhor a alimentação dos potros durante o primeiro ano de vida, maior longevidade atlética eles terão pelos anos afora.

 

2.     O desequilíbrio mineral é a maior causa de ossos estruturalmente fracos, sendo que o desbalanceamento entre os minerais cálcio e fósforo é um problema presente em praticamente todos os criatórios brasileiros de cavalos. O manejo alimentar precisa equilibrar volumosos, concentrados e suplementos minerais de maneira correta. Igualmente importante é a utilização de forrageiras e grãos provenientes de solos de boa qualidade. Profissionais especializados – veterinários, zootecnistas e agrônomos – devem ser consultados em todos estes quesitos.

 

3.     Muitos criadores atribuem importância exagerada à ingestão de proteína por parte de seus animais, o que pode desenvolver a musculatura, mas não dá o substrato necessário à formação de tecido ósseo denso e resistente. Antes de apresentarem definição muscular, os potros precisam ter oportunidade de se desenvolverem estruturalmente, através de alimentação correta, não exagerada, e de um regime de vida que os deixe muitas horas por dia vivendo soltos, correndo em companhia de outros potros. Confinamento intenso e doma muito precoce são grandes inimigos da longevidade atlética de nossos cavalos.

 

4.     A consistência correta do piso é um fator que nem sempre merece a devida consideração. O piso muito fofo ou profundo prejudica os tendões, enquanto solos duros, especialmente estradas de terra ou pavimentadas, causam desgastes e micro-fraturas ao longo do tempo. Quanto maior a velocidade em que o cavalo é levado a trabalhar, maior o potencial para lesões. Ou seja, devemos evitar as altas velocidades em estradas de terra pisada, e mesmo nos gramados e pastos quando não chove há muito tempo. (É claro que no pavimento asfáltico ou de pedra só podemos andar a cavalo a passo, até por questões de segurança!)

 

5.     Ferrageamento adequado, tanto otimizando os aprumos do animal quanto, se for o caso, utilizando palmilhas e outros recursos ortopédicos, permite a máxima utilização do potencial atlético do cavalo, e também prolonga sua vida útil. A profissão de ferreiro é altamente técnica, e apenas indivíduos qualificados devem ferrar cavalos.

 

6.     As lesões de esforço crônicas e progressivas, tais como osteítes e osteoartrites, são as “doenças profissionais” dos cavalos de esporte, e elas surgem inevitavelmente na maioria dos animais ao longo de suas carreiras, mesmo num manejo excelente, por volta dos doze ou treze anos de idade. (No entanto, podem aparecer muito antes em cavalos sujeitos a um regime incorreto de manejo, alimentação e treinamento!) Estas patologias em sua fase inicial não significam a aposentadoria e nem mesmo a redução das atividades do animal, desde que sejam diagnosticadas precocemente, e tratadas o quanto antes de maneira agressiva e completa, com um protocolo abrangente que inclua o uso de antiinflamatórios e ferrageamento adequado, entre outros fatores. O que nunca devemos fazer é “tapar o sol com a peneira”, atribuindo pouca importância a uma manqueira em fase inicial, na esperança de que ela melhore por conta própria. Isto não acontece, e tal atitude passiva geralmente tem o agravamento do problema por conseqüência.

A utilização regular de Condroton Plus Vetnil é parte importante do manejo preventivo do aparelho locomotor dos cavalos atletas.

Para maiores informações, acesse:

www.linhajcr.com.br

www.vetnil.com

 

6

de

fevereiro

TRATAMENTO DE FERIMENTOS NOS EQUINOS

 

 

Às vezes, nossos cavalos parecem ter um dom especial para se meterem em encrencas, o que pode resultar em ferimentos de todo tipo. Contribuem para isso a curiosidade inerente aos equinos e seu medo perante o novo ou inesperado, o que,  aliado à sua rapidez de reflexos, resulta numa mistura de potencial explosivo. Isso aliado ao fato de que as extremidades do corpo equino, tanto cabeça quanto membros, são “pele e ossos” com pouca ou nenhuma cobertura muscular, deixa pronta a receita para cortes, esfoladuras, ferimentos perfurantes e outros machucados com “solução de continuidade”, que é o nome técnico dado à perda de integridade da pele.

Veterinários e proprietários experientes sabem que algumas localizações são típicas para ferimentos nos equinos – os cortes nas canelas, na frente da cabeça ou na ponta da anca; os arrancamentos de pele nos talões das quartelas anteriores; as lesões na tábua do pescoço ou na ponta do peito são alguns exemplos comuns.

Pode acontecer que os ferimentos pequenos resultem em mais complicações e demorem mais para cicatrizar do que os maiores. Isto se dá porque lesões maiores impressionam e inspiram cuidados intensivos, tais como desinfecção, sutura e curativos diários. Já os pequenos arranhões, quando notados, tendem a ser desprezados com a classificação de que “isso não é nada”. Esta atitude pode ser perigosa, pois lesões pequenas podem apresentar grande contaminação interna, como acontece no ferimento por prego, arame ou outros objetos pontudos. Quanto menos um ferimento tiver sangrado, mais cuidado ele precisará inspirar em termos de desinfecção e também de prevenção do tétano. Os equinos são a espécie animal mais suscetível ao bacilo do tétano, e este tem preferência por ambiente anaeróbico – ou seja, é nos ferimentos pequenos e fechados que ele tem maior chance de se multiplicar, o que pode causar a morte do cavalo afetado.

Verifique na nossa “ficha dos fatos”  algumas medidas simples para reduzir o risco que os ferimentos representam para os equinos, e também para promover uma cicatrização rápida, que não deixe seqüelas estéticas nem funcionais.  

Uma bela pelagem é reflexo do conjunto de cuidados que o bom proprietário tem com o seu cavalo.

 

FICHA DOS FATOS – Cuidados com ferimentos dos cavalos.

 

  1. Higiene diária e cuidadosa é o fator isolado mais importante para promover uma boa cicatrização de todos os ferimentos. Isto inclui a limpeza com água e sabão suave e a desinfecção com água oxigenada e iodopovidona, ou outros produtos aconselhados pelo médico veterinário. A tricotomia – corte dos pêlos na região do ferimento – é importante tanto para permitir a completa visualização da lesão quanto para minimizar contaminação e facilitar a cicatrização.

 

  1. Seis horas após o acidente ou trauma é o prazo máximo para se fazer uma sutura de pele, para que a mesma tenha boa probabilidade de cicatrização. Depois deste prazo, o veterinário poderá optar pela resolução por segunda intenção, ou ainda por procedimento cirúrgico para reavivar os bordos da ferida, dependendo do caso.

 

  1. As “crostas” não ajudam a cicatrização, porém aumentam as condições de anaerobiose e contaminação bacteriana. Nunca devemos fazer curativos, especialmente com pomadas e outros produtos, “por cima”  das crostas existentes, porém remover as mesmas, na medida do possível, a cada novo curativo.

 

  1. Manter os ferimentos enfaixados ou cobertos estimula a cicatrização saudável, sem presença de carne esponjosa e habronemose, às quais os equinos são muito suscetíveis. Quando a localização ou a natureza do ferimento impede o uso contínuo de ataduras, ele precisa ser limpo com frequência, aplicando-se também um produto repelente para evitar a míiase (bicheira).

 

  1. Mesmo em cavalos imunizados contra o tétano, aconselha-se o reforço da proteção vacinal através da aplicação de soro anti-tetânico, especialmente na ocorrência de ferimentos pequenos e profundos, que se localizam nos cascos e na parte baixa dos membros, que tenham sangrado pouco, e/ou que demoraram a ser percebidos.

 

  1. A necessidade da revisão diária de todo o corpo dos cavalos, também em áreas ocultas ou de acesso mais difícil (embaixo da crineira, sola dos cascos, face interna dos membros, prepúcio, etc.), verificando a possível existência de ferimentos, é uma das razões para a recomendação da  escovação diária de cada animal.

 

  1. A melhor maneira de minimizar a ocorrência de acidentes com cavalos, e a gravidade destes acidentes, é fazer a manutenção rotineira de cercas de madeira e de arame, porteiras, quinas da cocheira, etc., e manejando os cavalos de modo a evitar brigas entre eles. Alguns ferimentos graves, por coice e mordidas,  ou ainda  com alguns cavalos encurralando outro num canto do piquete, são causados por desatenção dos encarregados ao formar os grupos de animais!

Ferimento no talão

Mesmo ferimento onze dias após a foto original, sendo enfaixado diariamente após aplicação de ALANTOL VETNIL.

 

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Para mais informações, acesse www.vetnil.com.br ou escreva para leschonski@vetnil.com.br .

 

 

ALANTOL VETNIL é um produto excelente para ajudar a promover cicatrização rápida e eficiente dos ferimentos dos animais.

 

2

de

dezembro

TREINAMENTO E CONDICIONAMENTO

Cavalos são predestinados a serem atletas. Seus organismos são maravilhas da evolução, com gigantesco potencial de desenvolvimento de velocidade, resistência, força e explosão muscular. Basta lembrar que sua freqüência cardíaca em repouso fica em torno de 40 batimentos por minuto (BPM), e que num cavalo de corrida bem treinado ela pode passar de 220 BPM – mais de cinco vezes o valor de repouso. Isto é como se um corredor humano conseguisse passar de 80 BPM em repouso a 400 enquanto competindo. O mesmo vale para os pulmões do cavalo, que utilizam apenas uma pequena fração de sua capacidade total no animal parado, com 8 a 12 movimentos respiratórios por minuto (MPM), porém passando facilmente a 100 MPM quando necessário.

Num cavalo  lider de sua geração, como foi Barbaro, genética, treinamento e manejo se aliam para produzir resultados espetaculares.

Tudo isso se alia à existência de uma estrutura muscular onde três tipos de fibras atuam em conjunto: as de contração rápida, de metabolismo anaeróbico, utilizadoras do glicogênio muscular, e que agem nas atividades de velocidade explosiva, tais como prova de tambores, e também em movimentos rápidos, como nos saltos. As fibras de contração lenta têm metabolismo aeróbico e atuam nos esforços lentos, repetidos e prolongados, sendo as mais importantes para os animais de passeio e trabalho, e também no enduro. Já as fibras mistas convertem em energia tanto o glicogênio estocado quanto o oxigênio da respiração, e são utilizadas em todo tipo de esforço.

Atenção, porém às palavras que usamos acima para descrever o cavalo de esporte: “predestinado” e “potencial”. Isto significa que o atleta eqüino não nasce pronto – e tampouco está “pronto” aos três ou quatro anos de idade, assim que a doma estiver concluída. Diferente do carro de corrida, o cavalo de esporte não vem pronto de fábrica, mas necessita ser formado em dois ou três anos de trabalho consciente por parte de profissionais capacitados – veterinário, treinador, cavaleiro, ferreiro e outros, atuando em legítimo trabalho de equipe. Por isso, o cavalo não atinge o auge de sua capacidade desportiva antes dos oito ou nove anos de idade, ou até mais tarde, em modalidades mais técnicas, tais como o adestramento ou as provas mais longas do enduro.

Além do condicionamento físico, o pleno aproveitamento da capacidade do cavalo atleta depende de um programa de treinamento técnico voltado tanto à modalidade em foco, quanto às características de cada indivíduo, valorizando seus pontos fortes ao mesmo tempo em que procura compensar suas deficiências relativas. Por exemplo, um cavalo de estatura menor precisará compensar com agilidade o que lhe falta em potência para se destacar em provas de salto, ao mesmo tempo em que treinamento direcionado poderá melhorar bastante sua força muscular e a amplitude de seus andamentos.
Leia as dicas abaixo para obter mais algumas idéias de como maximizar o desempenho de seus cavalos atletas!

Apenas um cavalo saudável e bem preparado consegue oferecer ao seu cavaleiro o "quê a mais" que faz a diferença!

Ficha dos fatos:
1. O condicionamento de um cavalo diz respeito principalmente ao seu desenvolvimento físico. Refere-se a todo trabalho planejado para elevar a capacidade cardíaca, pulmonar, muscular e do aparelho locomotor (ossos, tendões, ligamentos e articulações) aos níveis necessários para cada modalidade de utilização dos cavalos em trabalho, esporte ou lazer.

2. Há três tipos básicos de condicionamento físico: aquele para atividades curtas e de velocidade elevada (ex: corridas, tiro de laço), um focado no trabalho longo e lento (tal como enduros e cavalgadas), e o intermediário, onde os cavalos trabalham por períodos extensos em velocidade mais lenta, porém com picos de velocidade ou de movimentos explosivos (como são necessários no concurso completo de equitação e no adestramento).

3. O treinamento é o aspecto mais técnico do trabalho com cavalos, onde eles aprendem as habilidades necessárias a cada atividade e se habituam às demanda da mesma. Alguns aspectos do treinamento são necessários a todos os cavalos (ex: aceitar a embocadura, partir ao galope em ambos os pés), enquanto outros são limitados a algumas modalidades (ex.: saltar obstáculos, apartar gado).

4. Alguns aspectos de treinamento e condicionamento são complementares entre si, porém um não é substituto para o outro. Por exemplo, ainda que o trabalho técnico de adestramento melhore o condicionamento físico de um cavalo, a capacidade aeróbica do animal pode precisar de condicionamento específico adicional. Ou ainda, um cavalo de enduro certamente terá muito condicionamento físico, mas o mesmo por si só não lhe dá preparo técnico para atividades como salto ou corrida de tambores.

5. Devido ao seu grande porte, o eqüino gera muito calor metabólico durante a atividade física, o qual precisa ser dissipado com a máxima eficiência para evitar danos ao organismo – mais ou menos como um motor muito potente que precisa de um bom sistema de arrefecimento. A temperatura corporal de um cavalo pode chegar a 41 oC durante o exercício, mas apenas o animal bem condicionado consegue retornar com eficiência à temperatura de repouso (38,0 oC). Técnicas adequadas de resfriamento (duchas, aplicação de gelo, etc.), muitas vezes são indicadas.

6. Quanto mais intenso e mais repetido o esforço físico, maior a necessidade de reposição energética e de reconstrução dos tecidos musculares, bem como dos sistemas cardiorespiratório e ósseo. O aparecimento de fadiga, miosite, acidose metabólica, mioglobinúria e problemas a elas associados, desde a laminite até as lesões de esforço, precisa ser evitado, através da atuação combinada de treinador e médico veterinário. Um programa de suplementação nutracêutica voltado às necessidades do cavalo atleta aperfeiçoa tanto o desempenho quanto a longevidade funcional de cada animal.

Para mais informações, acesse www.vetnil.com.br ou escreva para leschonski@vetnil.com.br. Visite também o site www.linhajcr.com.br !

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O Glicopan JCR faz parte da nova linha de produtos Vetnil desenvolvida para cavalos atletas de alto desempenho.

16

de

setembro

CHEGOU A LINHA JCR – TUDO PARA SEU CAVALO ATLETA!

Caros amigos,

Como veterinária que tem mais de duas décadas de experiência na indústria brasileira do cavalo, lembro-me bem de um tempo em que não havia “nada” de produtos específicos para eqüinos no mercado – nem medicamentos, nem produtos de toalete, nem suplementos e nutracêuticos, aliás, não havia nem rações balanceadas! Lembro-me bem de um produto anunciado numa página de revista que prometia “dar um banho de beleza e saúde” nos cavalos – mas não era shampoo nem abrilhantador de pêlo, e sim um carrapaticida! Até os meados dos anos oitenta, pouco nos restava a não ser sonhar com selas, acessórios, vitaminas e graxas de casco estampados nas revistas estrangeiras.

Atletas eqüinos de nível internacional precisam de alimentação balanceaa e enriquecida com suplementos nutracêuticos e ergogênicos.

O meu colega João Carlos Ribeiro, que tive a honra de conhecer ainda naquela época, foi pioneiro no lançamento de suplementos, energéticos e alimentos funcionais, com a criação de seu laboratório Vetnil. Desde então, da mesma maneira que falamos “gilete” e “bom-bril” para barbeadores e espojas de aço de qualquer marca, em todo o Brasil vejo pessoas falarem HEMOLITAN, GLICOPAN e AMINOMIX quando querem comprar ou utilizar suplementos nutricionais para os seus cavalos… mesmo que sejam de outra marca. Esta força da marca VETNIL sempre esteve presente.

O novo GLICOPAN JCR conta com aminoácidos de cadeira ramificada em sua formulação.

O Dr. João Carlos também incutiu em toda a sua equipe o senso de orgulho e responsabilidade de trabalhar na Vetnil, que assim conseguiu se tornar uma empresa de primeiro mundo sob todos os aspectos, de qualidade dos produtos a ambiente de trabalho. Nada mais justo, portanto, que agora o Laboratório Vetnil homenageie a memória de seu fundador com o lançamento da LINHA JCR de suplementos nutricionais para cavalos atletas.

Esta nova linha de produtos é tão inovadora no mercado nacional de suplementos quanto o foram os produtos Vetnil originais na época de seu lançamento. Ela conta com versões incrementadas de suplementos consagrados, agora acrescidos de ingredientes-chave para cavalos em trabalho intenso, tais como amino-ácidos de cadeia longa, ácido fólico, glutamina, maltodextrina, entre muitos outros diferenciais. Para a formulação da LINHA JCR, recorreu-se às mais atuais pesquisas e achados em medicina desportiva.

Apenas os cavalos que aliam potencial genético, treinamento e manejo de ponta se tornam campeões olímpicos.

A LINHA JCR também conta com um produto inédito, o TONNUS JCR, indicado para cavalos em finalização de preparo para competições, bem como para ser ministrado ao longo do evento desportivo, especialmente se este se estender ao longo de vários dias. Ele associa em sua formulação gama-orizanol, creatina, aminoácidos essenciais, cromo, e ácido graxo ômega 3, dentre vários outros ingredientes. Sua formulação em pasta facilita a administração direcionada, até mesmo em intervalos da prova (por exemplo, no enduro ou ao longo das passagens de tiro de laço ou vaquejada), otimizando a reposição energética para o cavalo atleta em competição.

O novo TONNUS JCR pasta, produto inédito no mercado brasileiros de suplementos nutricionais para eqüinos.

Para saber mais sobre a LINHA JCR, acessem o site www.linhajcr.com.br . Ou escrevam para a gente, no leschonski@vetnil.com.br  !

Abraços, e votos de muito sucesso com seus cavalos nas pistas, estradas e arenas de todo o Brasil!

Claudia Leschonski, MV

 

LINHA JCR: você e seu cavalo num salto à frente!

18

de

julho

ANEMIA: SINTOMA OU DOENÇA?

Uma das perguntas mais feitas pelos proprietários de cavalos aos seus veterinários se refere à anemia:

“O exame de sangue acusou um pouco de anemia, e quero saber qual é o melhor remédio?”

É preciso entender que a anemia não é causa, e sim conseqüência de uma grande variedade de patologias, desde doenças infecciosas até traumatismos ou mesmo distúrbios nutricionais. A resposta para a pergunta “qual o tratamento da anemia” é a mesma que para “qual o tratamento da febre”: depende da causa! Para fazer este diagnóstico, o veterinário recorre a diversos exames clínicos e laboratoriais, além de um levantamento minucioso do histórico clínico e do manejo ao qual o cavalo é submetido.

Chamamos de anemia a condição na qual o número de hemácias (células vermelhas do sangue, que transportam o oxigênio) no sangue circulante está abaixo do normal. Assim, a alimentação de tecidos e órgãos é prejudicada e o metabolismo fica abaixo do normal, prejudicando todas as funções vitais. Em casos extremos, este quadro pode levar à morte, mas o mais comum nos criatórios de cavalos são anemias leves crônicas, até mesmo subclínicas. Isto significa que o único sintoma aparente é a queda de rendimento e/ou perda de estado físico do animal, sem que fique evidente que o animal sofra de anemia.

Num cavalo adulto saudável, são considerados valores normais 7 a 9 milhões de hemácias por milímetro cúbico de sangue, correspondendo a 12 a 14 g de hemoglobina por 100 ml de sangue, ou ainda hematócrito de 36 a 41%.
Confira abaixo mais informações sobre este tema, para ajudá-lo a manter seus cavalos sempre saudáveis.

O estado saudável de todo cavalo depende, entre outros fatores, da sua contagem de hemácias no sangue.

FICHA DOS FATOS


1. A anemia não é uma doença, mas um sintoma que pode ter uma variedade de causas. Para que seu tratamento seja eficaz e duradouro, é preciso fazer o diagnóstico correto desta causa.

2. Uma leve anemia é sintoma de muitas doenças crônicas, junto com magreza, pêlo arrepiado, pernas inchadas, etc. Alguns exemplos comuns deste quadro são verminose, babesiose, úlceras gástricas, carências nutricionais; seu diagnóstico diferencial precisa ser feito pelo veterinário.

 
3. O uso de produtos receitados “para fortalecer o sangue”, à base de ferro e vitaminas do complexo B, por exemplo, sem que a causa da anemia seja tratada, não é prejudicial, porém por si só tampouco cura a causa da anemia, apenas aliviando os sintomas.
4. A anemia infecciosa eqüina (AIE) é uma doença contagiosa muito grave; a legislação exige o sacrifício dos animais afetados. Por isso, a coleta de sangue para teste de Coggins e emissão do “Atestado Negativo para AIE” é procedimento obrigatório para trânsito de animais, admissão em eventos eqüestres, etc. Entretanto, este atestado não significa que o cavalo não possa ter outra forma de anemia.

5. Fazer um “hemograma completo”, coletando sangue que será examinado em laboratório de análises clínicas, é a maneira mais segura de se diagnosticar a presença de anemia. Porém, o hemograma geralmente não é conclusivo sobre as causas desta anemia; para determinar as mesmas, é necessário consultar um veterinário.

6. O tratamento das causas da anemia pode e deve ser acompanhado por um tratamento de reforço para auxiliar o organismo a produzir hemácias na velocidade necessária. Este tratamento complementar deve prosseguir por 30 a 60 dias, em média. Por exemplo: junto com a vermifugação, iniciar a administração de Hemolitan; ou ainda, durante ou logo após o tratamento específico para babesiose, fornecer Hemolitan associado a produtos complementares antitóxicos, tais como Hipervit (complexo B), Bionew (protetor hepático), etc.

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O Hemolitan é o produ to Vetnil de escolha para auxiliar no tratamento dos quadros anêmicos dos eqüídeos.

3

de

julho

SUPLEMENTOS, NUTRACÊUTICOS E ERGOGÊNICOS

Olá amigos,

confiram no artigo abaixo algumas informações básicas sobre nutrição de eqüídeos, bem como as definições que fazemos entre os vários tipos de nutrientes complementares - suplementos, nutracêuticos e ergogênicos. Assim fica mais fácil escolher o produto Vetnil mais indicado ao seu cavalo!

Abraços,

Claudia

P.S.: Estou aguardando suas mensagens e posts com comentários, sugestões e dúvidas!

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Nutrição e suplementação

O alimento essencial de todo cavalo são os volumosos – gramíneas, sejam como pasto verde, feno ou capineira. Ração concentrada de qualidade complementa as necessidades energéticas e protéicas que o volumoso não consiga suprir. O uso de sal mineralizado é obrigatório para todos os cavalos, pois quase todos os solos brasileiros apresentam deficiências nos teores de macro- e microminerais.

Mas para a maioria dos cavalos, este manejo nutricional básico não é suficiente. Éguas de cria, potros em crescimento, cavalos atletas, animais de exposição… eqüinos de todas as categorias têm necessidades específicas para cada momento de suas vidas. Suprir estas exigências com a suplementação mais indicada, e saber qual suplemento é o melhor para cada cavalo, é um dos segredos dos profissionais do cavalo mais bem-sucedidos.

Lovely Venus Rach (foto: Adriana Füchter)

O alimento essencial de todo cavalo são os volumosos – gramíneas, sejam como pasto verde, feno ou capineira. Ração concentrada de qualidade complementa as necessidades energéticas e protéicas que o volumoso não consiga suprir. O uso de sal mineralizado é obrigatório para todos os cavalos, pois quase todos os solos brasileiros apresentam deficiências nos teores de macro- e microminerais. Mas para a maioria dos cavalos, este manejo nutricional básico não é suficiente. Éguas de cria, potros em crescimento, cavalos atletas, animais de exposição… eqüinos de todas as categorias têm necessidades específicas para cada momento de suas vidas. Suprir estas exigências com a suplementação mais indicada, e saber qual suplemento é o melhor para cada cavalo, é um dos segredos dos profissionais do cavalo mais bem-sucedidos.

Qual suplemento escolher?

Há no mercado uma diversidade de produtos para uso oral com esta finalidade, em apresentação líquida ou sólida (em pó ou peletizada), a ponto de poder causar incertezas em proprietários, treinadores e veterinários: qual produto escolher? Um mesmo suplemento é indicado para todos os tipos de cavalos?

Vamos começar distinguindo entre suplementos, nutracêuticos e ergogênicos, três categorias de produtos similares, mas com algumas diferenças na formulação e portanto na categoria animal para a qual são indicados. É possível defini-los como segue:

• SUPLEMENTOS: são produtos contendo as combinações de nutrientes indicadas para manutenção, correspondendo às quantidades mínimas diárias para preservar a boa saúde. Exemplo Vetnil: AMINOMIX FORTE, utilizado no dia-a-dia para preservar as condições ideais em que se encontram os cavalos e prevenir doenças e sintomas carenciais.

• NUTRACÊUTICOS: contêm diferentes combinações de nutrientes em doses maiores que as de manutenção, sendo recomendados como coadjuvantes em tratamentos de diversas doenças. Podem ser compreendidos como medicamentos formulados à base de nutrientes. Exemplo Vetnil: CAL-D-MIX, indicado para otimizar o desenvolvimento ósseo de animais jovens, e também para o tratamento de fraturas, artroses e outras afecções do aparelho locomotor.

• ERGOGÊNICOS NUTRICIONAIS: são as combinações entre diversos nutrientes em doses maiores que as de manutenção, recomendados para estimular a performance e atender às exigências de animais atletas. Exemplo Vetnil: CREATINA, que potencializa o desenvolvimento muscular e a performance em todas as disciplinas de esportes eqüestres.

FICHA DOS FATOS

Cada cavalo é único: dados para escolher a melhor suplementação

Obs.: Para simplificar a leitura, nestes itens o termo “suplemento” foi utilizado também para significar nutracêuticos e ergogênicos.

1. Categoria animal: Potrinhos jovens, potros, éguas reprodutoras, cavalos em manutenção, animais de sela para lazer, trabalho ou esporte, cavalos de corrida, garanhões… cada categoria animal tem um perfil nutricional diferente. A oferta de suplementos precisa ser ajustada de acordo.

2. Nível de atividade: as necessidades nutricionais de um mesmo cavalo podem variar muito num ano, acompanhando sua atividade física. Isto acontece tanto com cavalos atletas sendo treinados para campeonatos disputados em diversas etapas, quanto animais de trabalho ou lazer cuja utilização é periódica. Também as necessidades das reprodutoras variam bastante ao longo da prenhez, sendo ainda maiores durante a lactação.

3. Época do ano: o dispêndio de macro- e micronutrientes pelo organismo eqüino não depende apenas do calendário de competições, porém também de fatores climáticos e da meteorologia. Por exemplo, em presença de calor e umidade, há maior gasto de eletrólitos, enquanto o frio aumenta a necessidade de ingestão de calorias.

4. Idade e fase de vida: Potros em crescimento e éguas em fim de gestação e lactentes estão “gerando tecidos” em grande velocidade. Por isso, suas demandas por cálcio e aminoácidos essenciais, entre outros, não conseguem ser atendidas sem que haja adição dos suplementos mais adequados. Os animais geriátricos têm um aparelho digestivo menos eficiente, e também precisam de suplementação.

5. Raça ou tipo racial: Raças rústicas têm melhor conversão alimentar e metabolismo energético mais “conservador” do que raças muito refinadas. De modo geral, os cavalos com influência genética do puro-sangue inglês são mais exigentes quanto a nutrição e suplementação, mas em todos os tipos raciais há os indivíduos muito “quentes”, com tendência a estarem abaixo do peso, que se beneficiam da utilização de suplementos específicos.

6. Histórico clínico: tratamento de patologias agudas ou crônicas, período pós-cirúrgico, e também recuperação de animais depauperados (muito magros) exigem que a alimentação seja reforçada através de suplementação.

Consulte sempre profissionais especializados em eqüinocultura e em medicina veterinária de eqüinos para determinar que tipo de suplementação é mais indicada para cada um de seus cavalos.

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O GLICOPAN ENERGY é um dos suplementos Vetnil mais tradicionais e mais eficazes para melhro o estado físico e o desempenho de cavalos atletas. Para mais informações, acesse www.vetnil.com .

24

de

junho

MANQUEIRA DOS CAVALOS

Recebemos uma variedade de contatos de clientes solicitando informações sobre as claudicações dos cavalos, popularmente chamadas de manqueiras. Vejam a seguir algumas informações gerais sobre o assunto.

Havendo dúvidas,  entrem em contato!

Abraços,

Claudia

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Os machucados e lesões dos cavalos ocasionados pelo trabalho podem causar muitos tipos de danos internos nos membros dos animais. Tanto ossos e articulações quanto tendões e ligamentos, e também tecido muscular, podem ser atingidos. Estas lesões podem ser crônicas, geralmente causadas por longo prazo de repetição de um tipo de exercício ou de trabalho, ou agudas, em decorrência de uma queda, coice, "mau jeito", excesso de esforço, etc.

Se a lesão já tem mais de seis meses e ainda há alteração do aspecto do membro,  isto provavelmente significa que há alterações permanentes das estruturas, ou seja, algum tipo de tecido cicatricial, que pode ser tanto fibrose dos ligamentos do boleto, calcificação de alguma fratura, quanto espessamento dos tendões ou até ovas crônicas. Neste caso, manqueira pode ser provocada tanto pelo tipo de lesão quanto pela restrição mecânica que o aumento de volume da região.

À distância é sempre difícil dar um diagnóstico mais exato. Mesmo o veterinário especializado em eqüinos só pode oferecer um diagnóstico quando examina o animal ao vivo, sendo que às vezes há necessidade de exames complementares, tais como radiografias.

Diversas medicações podem ser utilizadas. Algumas lesões são graves demais para regredirem apenas com produtos tópicos, e muitas precisam de muito tempo de repouso (seis meses a um ano) para um reestabelecimento pleno, como por exemplo no caso das tendinites e fraturas. Ao longo deste tipo, a região afetada precisa de cuidados especiais e fisioterapia para não perder a funcionalidade. Uma coisa muito importante é que estes cavalos em repouso devem ficar soltos em ambiente controlado (piquetes pequenos e confortáveis), jamais fechados nas cocheiras durante o dia todo.

Por exemplo, um inchaço do boleto pode ser sesamoidite, inflamação do ligamento suspensor, lesão articular da cápsula do boleto, entre outras causas. Possibilidades de tendinites ou presença de uma pequena fratura também não pode ser descartada. Infelizmente, a única maneira de se chegar a um diagnóstico correto nestes casos é fazendo-se radiografias e às vezes ultrassonografias. Ainda que isto seja frustrante nas regiões brasileiras onde a assistência veterinária especializada é escassa, não há substituto para a presença do veterinário especializado em eqüinos.

Um produto excelente para ajudar na recuperação a longo prazo, e também prevenir a ocorrência de lesões futuras, são os protetores articulares. Na linha Vetnil, recomendo o seguinte protocolo:
Condroton injetável: um frasco por semana, no músculo, total de cinco a sete aplicações (Total 5 - 7 frascos).
DEPOIS da série injetável, seguir com
Condroton Plus - pó oral - uma medida por dia, misturado na ração, por período mínimo de 60 dias.

Claro que estas medidas dependem de um programa correto de condicionamento e treinamento, bem como da atuação de um ferrador competente, para trazerem resultados. Para cavalos com lesões antigas ou desvios de aprumo, um ferrageamento ortopédico pode ser indicado.

Outra idéia é verificar qual o hospital veterinário universitário (faculdade de medicina veterinária) mais próximo, pois nestes muitas vezes há bons profissionais que podem ajudar mais.

……..

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